O país prepara-se para enfrentar um período crítico de perigo de incêndio rural. Entre amanhã, dia 3, e a próxima segunda-feira, dia 6 de julho, vigorará uma Situação de Alerta, com o risco classificado como muito elevado, o que motivou a imposição de um conjunto de restrições severas ao acesso e à atividade em espaços florestais e rurais.

De acordo com as determinações oficiais, baseadas nos Planos Municipais de Defesa da Floresta contra Incêndios, fica decretada a proibição de acesso, circulação e permanência em zonas florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem. A medida visa proteger vidas e bens num cenário meteorológico e ambiental particularmente desfavorável.
As proibições estendem-se a várias atividades. Estão interditas queimadas e queimas de sobrantes, com a suspensão imediata de todas as autorizações previamente emitidas para o efeito. Também os trabalhos com maquinaria nos espaços florestais e em áreas rurais ficam impedidos, assim como o uso específico de motorroçadoras de lâmina metálica, corta-matoses e destroçadores nessas zonas.
O alerta abrange ainda a utilização de fogo-de-artifício e outros artefactos pirotécnicos, incluindo balões com mecha acesa, estando igualmente suspensas todas as autorizações que haviam sido concedidas anteriormente para estes fins.
As autoridades apelam à colaboração de todos os cidadãos, reforçando a mensagem de que a segurança coletiva depende do contributo individual. A campanha divulgada lembra que cada um deve proteger a sua vida, a floresta e o património de todos.
Em caso de emergência ou avistamento de fogo, o número a contactar é o 112. A população deve ainda seguir rigorosamente as indicações das autoridades e manter-se informada através dos canais oficiais. O período de alerta máximo vigorará até ao final do dia 6 de julho, podendo ser reavaliado consoante a evolução das condições climáticas.







