O Bloco de Esquerda (BE) divulgou esta terça-feira ter tido acesso à resposta do Ministério das Infraestruturas e Habitação sobre as condições de desembarque na Linha do Minho, num momento em que o Governo avança com um plano de intervenção em 26 estações e apeadeiros daquele troço ferroviário.

De acordo com a resposta governamental, existe um acordo entre a Infraestruturas de Portugal (IP) e a Comboios de Portugal (CP) que define os comprimentos mínimos para as plataformas: 220 metros nas estações com serviço Intercidades e 150 metros nas restantes. Com base nesta norma, estão programadas obras de prolongamento e alteamento em várias paragens da linha.
Para 2026, estão previstas intervenções nas estações de Barcelos, Valença e São Pedro da Torre, bem como no apeadeiro de Carreira. Já a partir de 2027, o calendário abrange um conjunto mais alargado de localizações: Midões, Silva, Carapeços, Tamel, Durrães, Barroselas, Senhora das Neves, Alvarães, Darque, Areia-Darque, Areosa, Carreço, Afife, Âncora-Praia, Moledo, Senhora da Agonia, Seixas, Esqueiro, Caminha, Gondarém, Vila Nova de Cerveira e Carvalha.
No caso da estação de Viana do Castelo, o projeto de execução para o prolongamento das plataformas encontra-se em fase avançada. A obra será integrada numa intervenção mais abrangente que contemplará também trabalhos na via, catenária, sinalização e melhoria das acessibilidades ao centro comercial adjacente.
O Bloco de Esquerda, que tem acompanhado o processo por via parlamentar, sublinha a urgência de garantir condições de segurança e dignidade para todos os passageiros que utilizam a Linha do Minho, afirmando que continuará a monitorizar a execução das obras.




