Hospital de Braga já definiu medidas para enfrentar eventual nova vaga

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O Hospital de Braga definiu um conjunto de medidas que constituem o módulo outono/inverno do Plano de Contingência e que contempla, também, medidas em caso de recrudescimento da covid-19, foi hoje anunciado.

Em resposta escrita à Lusa, o hospital sublinha que “continua atento” à evolução epidemiológica da covid-19 no país e na região e, caso se venha a justificar, reavaliará a reorganização interna das áreas e circuitos definidos.

Poderá também reforçar as medidas de proteção e segurança até agora implementadas.

“O plano de contingência outono/inverno foi revisto tendo em conta a situação epidemiológica que se vive, antecipando-se assim as necessidades de resposta face à procura que se sente nesta época sazonal”, acrescenta.

Hoje, o Hospital de Braga conta com nove doentes internados com covid-19, dos quais oito em enfermaria e um em cuidados intensivos.

“O número de doentes internados com esta patologia tem-se mantido muito estável nos últimos meses, pelo que ainda não foi necessário a abertura de novas áreas covid”, sublinha.

Diz ainda que, atualmente, o hospital continua a trabalhar na recuperação da atividade assistencial, tanto consultas como cirurgias.

Vinca que o plano de recuperação implementado já possibilitou a redução de listas de espera em diferentes especialidades.

“Em janeiro de 2020, tínhamos uma lista de espera de inscritos para cirurgia de cerca de 19.000 utentes e, atualmente, temos essa lista reduzida para cerca de 11.000”, aponta.

Acrescenta que, no seguimento deste plano de recuperação, em 2021 também já foram realizadas mais de 9.000 cirurgias no exterior em diferentes especialidades.

A covid-19 provocou pelo menos 5.105.488 mortes em todo o mundo, entre mais de 253,71 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.274 pessoas e foram contabilizados 1.110.155 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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