Quinta-feira, Junho 30, 2022

Ano 113 - Nº 5275

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 “Gostaríamos que o processo fosse retomado o mais rápido possível” em Portugal

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A Ericsson gostaria que o processo do 5G “fosse retomado o mais rápido possível” em Portugal, afirmou hoje o diretor da Ericsson Portugal de ‘networks pre-sales’, garantindo que a empresa “está completamente pronta” para o lançamento.

Luís Muchacho respondia a questões dos jornalistas por videoconferência, no âmbito do ‘webinar’ “Ericsson: 5G num mundo em mudança”.

“Gostaríamos de já ter o 5G em Portugal em 2020 por várias razões”, entre elas os casos e aplicações que a quinta geração móvel (5G) permite, e porque “o 5G é uma realidade noutros países” e para que “Portugal não ficasse para trás”, afirmou o responsável.

No entanto, “há a situação da covid-19 que bem conhecemos” e isso “tornou perfeitamente justificável este atraso”, acrescentou Luís Muchacho.

A pandemia de covid-19 levou à suspensão do processo de consulta para os leilões de atribuição das licenças para a quinta geração móvel.

“Gostaríamos que o processo fosse retomado o mais rápido possível”, salientou, referindo que “a Ericsson está completamente pronta para lançar o 5G em Portugal”.

O diretor de redes da Ericsson Portugal disse que a empresa acredita que o 5G “vai trazer valor para Portugal”.

Com a situação da pandemia de covid-19 ficou ainda mais patente “esta necessidade fundamental” de arrancar com a quinta geração móvel, de que as “telecomunicações são de facto um bem fundamental nos dias de hoje”.

O responsável referiu que no período pós-pandemia o 5G vai ser importante, nomeadamente quando se fala no recurso ao teletrabalho com mais frequência, por exemplo.

Luís Muchacho referiu que é importante “ter o 5G mais rapidamente” e “é possível fazê-lo com investimentos controlados”.

Questionado sobre o facto de a Huawei estar fora do ‘core’ das redes 5G em alguns países, o responsável disse que “a Ericsson se abstém de comentar situações que dizem respeito” aos concorrentes.

“A Ericsson nunca foi considerada um fornecedor de risco”, referiu.

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