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GNR presente nos Caminhos de Santiago para apoiar peregrinos até outubro

A Guarda Nacional Republicana (GNR) realiza até 31 de outubro a operação “Bom Caminho 2026”, que tem por objetivo a proteção e segurança dos peregrinos que se deslocam a Santiago de Compostela, em Espanha.

No âmbito da operação, que teve início na segunda-feira, os militares da Guarda vão promover o patrulhamento de proximidade e maior visibilidade de forma a garantir a segurança dos peregrinos que se deslocam a Santiago de Compostela e que transitam ao longo do Caminho Português, do Caminho Português da Costa e do Caminho Português Interior.

“Simultaneamente, pretende-se garantir a proteção e a conservação da natureza e do ambiente, bem como a preservação do património cultural existente nos referidos caminhos, nos Comandos Territoriais do Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu”, adianta hoje a GNR em comunicado.

Durante a operação “Bom Caminho 2026”, a GNR vai realizar um conjunto de atividades operacionais que “contribuem para o sentimento de segurança e a visibilidade junto dos peregrinos, nos diferentes percursos”.

Os militares da Guarda vão reforçar a sua presença nas zonas mais vulneráveis à passagem dos peregrinos, nomeadamente locais isolados e ermos, infraestruturas de acolhimento e locais de grande concentração, através de patrulhamento e ações de sensibilização”.

Nos períodos de maior afluência de peregrinos, realizar-se-ão patrulhas conjuntas com a Guardia Civil Espanhola.

Na nota, a GNR recomenda aos peregrinos que preparem o percurso antecipadamente, usem roupas claras e material retrorrefletor, mantenham o telemóvel com bateria e o contacto diário com a família e, caso circulem de bicicleta, usem equipamentos de proteção individual e iluminação.

Aconselha igualmente os peregrinos a caminhar preferencialmente durante o dia e com companhia, a ter especial atenção a abordagens por parte de estranhos e a manter os familiares e amigos mais próximos informados sobre os percursos e planeamento da sua viagem.

Tardes etnográficas animam a Praça Deu-la-Deu em Monção

A Praça Deu-la-Deu, em Monção, vai ser palco de três tardes dedicadas à etnografia local, com actuações de ranchos folclóricos do concelho. O evento, promovido pelo município, arranca já no próximo domingo, 26 de abril, e repete-se no feriado de 1 de Maio e no segundo domingo de maio, dia 10, sempre com grupos da região a subir ao palco.

Verdadeiros embaixadores da cultura popular, os agrupamentos folclóricos locais prometem “virar” a praça com os seus trajes, sonoridade e versatilidade, numa manifestação genuína da vivência comunitária e da identidade ancestral do Alto Minho. Em cada uma das tardes actuam três ranchos, numa iniciativa que visa divulgar e promover a etnografia monçanense.

No dia 26 de abril, a partir das 15h30, actuam o Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe, o Rancho Folclórico “Estrela dos Vales” e a Associação “Os Moleirinhos do Gadanha”. No feriado de 1 de Maio, à mesma hora, sobem ao palco a Associação Sociocultural e Recreativa de Pinheiros, a ACRD São Mamede de Troviscoso e o Grupo Danças e Cantares de Mazedo. Por fim, no dia 10 de maio, o evento começa mais cedo, às 14h30, com as actuações do Grupo Folclórico Os Amigos de Longos Vales e do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Barbeita.

Com esta programação, o Município de Monção pretende transformar a principal praça da vila num ponto de encontro à volta das tradições, convidando residentes e visitantes a redescobrir os sons, as cores e os gestos que atravessam gerações. A aposta na preservação do património imaterial ganha assim mais um capítulo, num ciclo que se prolonga até meados de maio e que promete animar os fins-de-semana e o feriado dos trabalhadores.

Tui volta a ser palco do festival de cinema Play Doc

O presidente da Câmara de Tui, Enrique Cabaleiro, afirmou esta manhã durante a apresentação do evento no edifício Francisco Sánchez que o Play Doc, Festival Internacional de Cinema, transformará novamente a localidade na capital do cinema entre 29 de abril e 3 de maio.

No ato participaram também o diretor da Agência Galega das Indústrias Culturais (AGADIC), Jacobo Sutil, o deputado provincial e presidente da Câmara de A Guarda, Roberto Carrero, a vereadora da Cultura, Sonsoles Vicente, o codiretor do festival, Ángel Sánchez, e Beli Martínez, responsável pela programação da Competição Galiza.

A edição deste ano conta com duas retrospetivas, dedicadas a Viola Stephan e ao realizador brasileiro Eduardo Coutinho, e com a secção Sombras, que homenageia Rafael Luca de Tena. A competição internacional exibirá obras da Europa, América, África e Ásia, enquanto a Competição Galiza inclui nove filmes. O festival promove o regresso do ciclo Cinema Percorridos, debate a relação entre a inteligência artificial e o cinema, aposta na formação e mantém os concertos na programação.

Como novidade, o Play Doc inaugura a secção Cineasta em foco, dedicada ao cinema contemporâneo, que arranca com a obra de Maureen Fazendeiro. A programação completa está disponível em play-doc.com

GNR detém homem suspeito de traficar droga

A GNR deteve em Ponte de Lima um homem de 29 anos suspeito de traficar droga no concelho, após uma investigação que se prolongou por dois meses.

Segundo o Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo, em comunicado, na quarta-feira foi cumprido um mandado de busca domiciliária e um mandado em veículo, que culminaram na detenção do suspeito em flagrante delito e na apreensão de 96 doses de liamba e 83 doses de haxixe.

No decurso da operação, os militares apreenderam ainda duas embalagens de liamba (CBD), uma balança de precisão, um telemóvel, material de corte e acondicionamento de produto estupefaciente e, 2.860 euros.

O detido foi constituído arguido e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Ponte de Lima.

Vestiram azul para lembrar que a proteção das crianças é um dever de todos

A vila de Arcos de Valdevez associou-se durante o mês de abril à campanha nacional do Laço Azul, uma iniciativa que a cada ano procura despertar consciências para a prevenção dos maus-tratos na infância. A mobilização local, articulada entre a autarquia e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, resultou num conjunto de ações que marcaram a paisagem urbana e escolar do concelho.

O arranque simbólico aconteceu no primeiro dia do mês, com a fixação de um laço azul de grandes dimensões na fachada dos Paços do Concelho. Em simultâneo, a Praça Municipal encheu-se de participantes que, com os seus corpos, desenharam um laço humano, numa coreografia de envolvimento cívico que uniu a comunidade educativa e a população local. A mensagem era clara: a defesa dos direitos das crianças é uma responsabilidade coletiva.

A campanha prolongou-se com a distribuição de laços azuis pela população e com a sua colocação em locais estratégicos. Os alunos das escolas do concelho assumiram um papel ativo, pendurando os símbolos nos portões dos estabelecimentos de ensino, transformando as entradas em murais de sensibilização. Uma das iniciativas que maior impacto gerou foi a denominada Operação Azul, uma ação de fiscalização simbólica realizada em parceria com o destacamento territorial da GNR. Nesta atividade, foram as próprias crianças e jovens a calçar o papel de agentes da autoridade, abordando condutores para entregar pins e folhetos informativos, ao mesmo tempo que explicavam o propósito da campanha e a urgência de uma sociedade mais atenta.

No centro de toda esta dinâmica esteve o propósito de promover uma parentalidade positiva e fortalecer os vínculos familiares, sublinhando que a construção de ambientes seguros e afetivos não depende apenas das instituições, mas de cada cidadão. A forte adesão registada em Arcos de Valdevez demonstrou que a comunidade está desperta para a necessidade de identificar e prevenir situações de risco, recusando a indiferença como resposta ao sofrimento infantil

Memória de Catarina Eufémia marca arranque das comemorações do 25 de Abril

Catarina Eufémia foi recordada em Valença 72 anos depois de ter sido assassinada, em Baleizão. A cerimónia foi promovida pelo Município de Valença e assinalou o arranque das comemorações do 52.º aniversário do 25 de Abril.

A homenagem à figura maior da resistência ao Estado Novo assassinada a 19 de maio de 1954 foi feita na pessoa do seu filho, o valenciano José Baleizão do Carmo, num evento carregado de simbolismo e memória coletiva.

O Município de Valença deu início às comemorações do 52.º aniversário do 25 de Abril com uma cerimónia de homenagem a Catarina Eufémia, que decorreu no Agrupamento de Escolas Muralhas do Minho.

José Baleizão do Carmo, empresário da restauração radicado em Cerdal há 47 anos, esteve presente ao lado do seu irmão. Ambos receberam, das mãos do presidente da Câmara Municipal, José Manuel Carpinteira, um quadro evocativo que traduz o reconhecimento público do concelho e perpetua uma história de coragem e resistência.

A obra retrata Catarina Eufémia com o filho de oito meses ao colo, precisamente no dia em que foi assassinada há 72 anos. No quadro, o autarca deixou uma mensagem: “À memória de Catarina Eufémia, símbolo maior da dignidade e da luta pela liberdade. Em Abril, evocamos a sua coragem e o legado que ajudou a construir, porque foi da resistência que nasceu a liberdade.”

A sessão foi conduzida por Rogério Charraz através do concerto-palestra “Anónimos de Abril”, que deu voz às histórias de mulheres ligadas à luta pela liberdade, entre as quais Catarina Eufémia se destaca como símbolo maior da dignidade e da luta por direitos.

O programa comemorativo prossegue no dia 24 de abril, pelas 21h30, com um concerto do grupo Luar do Minho no auditório da Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença. No dia 25 de abril, as cerimónias evocativas, subordinadas ao tema “25 de Abril e 50 Anos de Poder Local Democrático”, têm início às 9h30 nos Paços do Concelho, sendo um dos momentos mais marcantes a homenagem aos presidentes da Câmara Municipal de Valença desde 1976, assinalando meio século de poder local democrático.

Durante a tarde do mesmo dia, a programação cultural continua no Centro Cultural de Verdoejo, com um momento musical pelo Coral Polifónico da Associação Cultural de Verdoejo às 16h30, seguido do filme-concerto “Filmou o 25 de Abril?”, pelo Space Ensemble.

Livro recorda proibições absurdas e repressivas durante o “Estado novo”

As proibições do tempo do Estado Novo foram recordadas no arranque das comemorações do 52.º aniversário do 25 de Abril em Valença. A cerimónia, que decorreu no Agrupamento de Escolas Muralhas do Minho e incluiu uma homenagem a Catarina Eufémia, serviu de ponto de partida para uma reflexão sobre as restrições que marcaram o quotidiano dos portugueses antes da Revolução dos Cravos.

O livro “Antes do 25 de Abril era proibido”, da autoria do jornalista e escritor António Costa Santos, reúne um número significativo de proibições que surpreendem os jovens de hoje, nascidos já em tempos de liberdade. Editada em março de 2024 pela Guerra e Paz, a obra compila mais de uma centena de restrições oficiais que vigoraram durante o Estado Novo e que hoje parecem saídas de um universo distópico.

José Manuel Carpinteira, presidente da Câmara Municipal de Valença, falou durante a sessão precisamente sobre este livro. Carpinteira, que lidera o município pelo Partido Socialista e foi deputado à Assembleia da República, sublinhou que obras como esta são essenciais para que o passado não caia no esquecimento.

António Costa Santos, que iniciou a carreira jornalística em 1976 no jornal O Diário e foi redator, editor e colunista do Expresso entre 1989 e 2000, documenta na obra proibições que vão do absurdo ao opressivo: era preciso ter uma licença anual do Estado para usar um isqueiro; as mulheres casadas não podiam obter passaporte sem autorização escrita do marido; as enfermeiras estavam proibidas de casar sob pena de perderem o emprego; e os namorados que ousassem beijar-se na boca em público eram multados e rapados na esquadra da GNR.

A escala de multas para afetos em jardins públicos, descrita no livro, é particularmente reveladora: dar as mãos custava dois escudos e cinquenta centavos, enquanto o grau máximo das infrações implicava uma multa de cento e cinquenta escudos, prisão e registo fotográfico. A censura estendia-se ao vestuário, com as saias das raparigas medidas à entrada das escolas para que os joelhos não ficassem à vista, e à alimentação, com a venda de Coca-Cola proibida sob o pretexto de que ameaçava a produção de vinho nacional.

Com 208 páginas e ilustrado com fotografias de época, “Antes do 25 de Abril era proibido” tem sido amplamente recomendado como uma leitura essencial para as novas gerações, sobretudo no mês em que se assinala a Revolução dos Cravos. A obra não se limita a enumerar absurdos burocráticos: recorda que as liberdades conquistadas em Abril são frágeis e exigem memória ativa para que os erros do passado não se repitam.

A cerimónia em Valença ficou ainda marcada por uma homenagem a Catarina Eufémia, figura emblemática da resistência ao Estado Novo assassinada a tiro a 19 de maio de 1954, evocada na pessoa do seu filho, o valenciano José Baleizão do Carmo. Este recebeu das mãos de José Manuel Carpinteira um quadro evocativo que retrata a mãe com o filho de oito meses ao colo no dia do crime. A sessão foi conduzida por Rogério Charraz através do concerto-palestra “Anónimos de Abril”, que deu voz a mulheres ligadas à luta pela liberdade, e integra um programa mais vasto que prossegue no dia 24 de abril com um concerto do grupo Luar do Minho e no dia 25 com uma homenagem aos presidentes da Câmara de Valença desde 1976, assinalando meio século de poder local democrático.

Rota Equestre promete unir tradição e natureza entre Portugal e Espanha

No próximo dia 30 de maio de 2026, realiza se a Rota Equestre Transfronteiriça Lindoso Lóbios, um percurso a cavalo que liga as aldeias de Lindoso, em Portugal) e Lóbios, em Espanha, atravessando o coração do Parque Transfronteiriço Gerês Xurés.

O evento, que tem como lema “Tradição, natureza e aventura sem fronteiras”, convida cavaleiros e amantes da natureza a viver uma experiência única de travessia entre dois países.

Segundo a organização, a cargo da Nature Horse -Turismo Equestre, com base em Arcos de Valdevez, o percurso decorre por “trilhos selvagens, montanhas imponentes e paisagens de cortar a respiração”, proporcionando um contacto autêntico com a paisagem e a cultura raiana.

“Esta não é apenas uma rota. É uma experiência única que liga dois países, duas culturas e uma paixão comum: o cavalo e a natureza em estado puro”, pode ler se na divulgação oficial.

O evento introduz ainda uma vertente mais contemporânea, com a presença de DJ’s nas noites de sexta feira e sábado, integrando a componente “Mundo Rural” como uma das novidades. As vagas são limitadas e os interessados podem obter mais informações junto da organização.

A Rota Equestre Transfronteiriça Lindoso Lóbios surge, assim, como uma promessa de valorização do património natural e cultural da raia, unindo dois países numa experiência imersiva a cavalo.

Passeio BTT à descoberta da Ribeira Lima

No próximo dia 25 de Abril, os BATOTAS organizam mais uma edição da Rota dos Solares da Ribeira Lima, um passeio BTT guiado exclusivamente por GPS e em total autonomia.

Ao longo da margem do Rio Lima, os participantes irão percorrer trilhos envoltos em paisagens únicas do concelho de Ponte de Lima. Trata-se de uma experiência que combina desporto, natureza e tradição vinícola, proporcionando um contacto próximo com a identidade e o património da região.

Muito mais do que um simples passeio de BTT, esta rota percorre trilhos emblemáticos de Ponte de Lima, atravessando vinhas, quintas históricas e caminhos rurais que revelam a riqueza natural e cultural da região.

O evento está marcado para o dia 25 de Abril de 2026, em Ponte de Lima, e insere-se na categoria de passeio BTT GPS, com um número limitado de participantes. Serão disponibilizadas duas distâncias: 40 e 60 quilómetros para quem deseja desafiar os seus limites numa paisagem ímpar.

 

Cresce a contestação contra a participação de Israel no concurso da Eurovisão

A menos de um mês do arranque do Festival da Eurovisão, cresce a contestação em torno da participação de Israel no certame. Mais de mil nomes do mundo da música e da cultura subscreveram uma carta pública, promovida pela plataforma “No Music For Genocide”, onde exigem o afastamento do país do concurso e apelam ao boicote por parte do público e de outros artistas.

Entre os signatários contam-se figuras internacionais como Brian Eno, Roger Waters, Massive Attack, Sigur Rós, Idles, Primal Scream ou os antigos vencedores Emmelie de Forest (Dinamarca, 2013) e Charlie McGettigan (Irlanda, 1994). De Portugal, assinam o documento nomes como Jorge Palma, Fado Bicha, Linda Martini, Selma Uamusse, Ana Bacalhau, Ana Deus, Ana Lua Caiano, Stereossauro, The Legendary Tigerman, Xullaji, bem como antigos representantes portugueses na Eurovisão Carlos Mendes, Cláudia Pascoal e Iolanda, entre outros.

“Não aceitamos que a Eurovisão sirva de vitrina para branquear o cerco, a ocupação e a violência genocida de Israel contra os palestinianos”, afirma o texto, que sublinha a contradição entre a exclusão da Rússia desde 2022 devido à invasão da Ucrânia e a manutenção de Israel, apesar dos mais de 30 meses de conflito em Gaza. Os autores recordam ainda que o presidente israelita, Isaac Herzog, terá exercido pressão diplomática junto de várias emissoras europeias para garantir a presença do seu país no evento.

A carta saúda as decisões de algumas estações de televisão, como as de Espanha, Irlanda, Islândia, Eslovénia e Países Baixos, de se retirarem ou de reverem a sua participação, bem como o posicionamento de vários finalistas de festivais nacionais que recusaram um lugar no palco eurovisivo. “Como pode qualquer artista ou fã, em consciência, atuar ou assistir ao concurso quando se anunciam planos para transformar Gaza num campo de concentração vigiado?”, questionam os subscritores, referindo-se a informações sobre projetos dos EUA e Israel para a região.

A edição deste ano da Eurovisão está marcada para Viena, na Áustria, com semifinais a 12 e 14 de maio e final a 16 de maio. Portugal é representado pelos Bandidos do Cante, com o tema “Rosa”, que atuarão na primeira semifinal – a mesma onde Israel apresenta “Michelle”, interpretada por Noam Bettan. Apesar do apelo ao boicote, a dupla portuguesa já afirmou que marcará presença no certame, “com responsabilidade, respeito e dignidade”.

 

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