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Três desalojados em novo deslizamento de terras em Ponte da Barca

Três pessoas foram retiradas de casa na freguesia de Nogueira, em Ponte da Barca, devido ao segundo deslizamento de terras no concelho, disse hoje fonte da proteção civil.

Fonte do Comando Sub-Regional do Alto Minho, o deslizamento de terras atingiu uma casa devoluta que ficou “bastante danificada” e ameaça uma segunda casa de onde foram retiradas as três pessoas.

De acordo com a fonte, “apesar de a casa não ter sofrido danos significativos, os três residentes vão ser realojados pelo serviço municipal de proteção civil devido à elevada quantidade de terra que encostou à habitação”.

O alerta para o deslizamento de terras foi dado às 15:41.

Ao local compareceram 20 operacionais e oito viaturas dos Bombeiros Voluntários de Ponte da Barca, serviços municipais de proteção civil, sapadores florestais e a Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR.

Anteriormente, cerca das 11:01 um outro deslizamento de terras, destruiu parcialmente uma habitação e soterrou um veículo ligeiro, na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas.

Na sequência do deslizamento de terras, 20 pessoas foram, por precaução, retiradas de casa.

As pessoas estão a ser deslocadas para a sede de uma associação local e se houver necessidade de pernoitarem fora de casa, os deslocados têm alternativas, por exemplo, entre familiares.

Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

Deslizamento destrói habitação e obriga a deslocação de 20 pessoas

Um deslizamento de terras “forte” na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas, em Ponte da Barca, levou à deslocação preventiva de 20 pessoas.

O presidente da Câmara Municipal, Augusto Marinho, confirmou que a derrocada destruiu parcialmente uma habitação e soterrou um veículo ligeiro, sem causar vítimas ou feridos.

Inicialmente, sete pessoas foram removidas das casas diretamente afetadas, número que aumentou para 20 por precaução, dado que as suas residências se encontram no alinhamento da zona de risco.

Os deslocados estão a ser alojados na sede de uma associação local, estando disponíveis alternativas junto de familiares caso seja necessário pernoitar fora de casa.

As equipas de emergência continuam no terreno a avaliar a situação para identificar eventuais riscos noutros edifícios.

No local estiveram mobilizados, ao início da tarde, 39 operacionais e 14 viaturas dos Bombeiros Voluntários de Ponte da Barca, do serviço municipal de proteção civil, da GNR e da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR.

Este incidente ocorre no contexto das severas depressões Kristin, Leonardo e Marta, que desde 28 de janeiro já causaram 15 mortos, centenas de feridos e desalojados em Portugal.  Os danos materiais incluem destruição total ou parcial de habitações e infraestruturas, quedas de árvores e estruturas, cortes em estradas e serviços essenciais, inundações e cheias.

O Governo prolongou a situação de calamidade até 15 de fevereiro para 68 concelhos, anunciando um pacote de medidas de apoio no valor de 2,5 mil milhões de euros.

 

Estão em análise “três propostas de qualidade” para explorar marina

A administração do porto de Viana do Castelo recebeu três propostas de investidores interessados na exploração das três docas de recreio situadas na frente ribeirinha da cidade, por concessionar há cerca de década e meia, confirmou hoje a APDL.

Em resposta por escrito a um pedido de esclarecimento da agência Lusa, a Administração dos Portos de Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) explicou que o concurso público foi lançado no final de 2025 e que, atualmente, o júri do procedimento encontra-se a analisar as propostas apresentadas.

Após essa avaliação, acrescenta, será preparado o relatório preliminar, que será oportunamente enviado aos concorrentes, e depois divulgada a decisão sobre o vencedor.

Em causa está a primeira marina de Viana do Castelo, construída em 1976, a montante da ponte Eiffel, a doca de recreio, inaugurada em 1992, e a construção, na doca comercial, de uma marina Atlântica.

A gestão é assegurada, desde 2013, pela administração portuária, depois do fracasso do último concurso publico, lançado em 2012.

O anúncio dos três investidores interessados na concessão foi feito na terça-feira pelo presidente da Câmara de Viana do Castelo, durante a reunião ordinária do executivo municipal.

Luís Nobre disse que o júri do concurso, no qual a autarquia tem representação, terminou com “três propostas de qualidade”, mas não revelou os promotores por uma questão de “confidencialidade”.

“O júri já tomou uma decisão que vai comunicar aos concorrentes. O que desejo é que definitivamente se concretize a concessão dos três espaços de marina, com uma exploração atualizada que dê resposta à procura que existe nas três docas de recreio da cidade”, avançou.

O autarca socialista respondia à intervenção do vereador do PSD Paulo de Morais, no período antes da ordem do dia, que criticou o estado de “abandono” das marinas.

Luís Nobre realçou que, “na última década, a Administração dos Portos de Douro, Leixões e Viana do Castelo fez várias tentativas”, abrindo concursos públicos que, por diversas razões, não se concretizaram.

“Reclamações, contestações no cumprimento de condições que estavam associadas aos procedimentos, garantias bancárias, entre outras situações”, apontou.

Em 2025, a APDL abriu concurso público para a concessão das docas de recreio do porto de Viana do Castelo, por um período que poderá ir de 15 a 30 anos, que será definido em função do montante do investimento em edifícios e instalações fixas”.

O prazo de concessão dependerá ainda dos “investimentos em ativos fixos que potenciem a sustentabilidade ambiental e a eficiência energética do projeto e, que sejam de interesse público e, criem valor para a economia regional/local”.

A concessão “contempla o direito de exploração comercial das denominadas docas de recreio do porto de Viana do Castelo, incluindo todos os serviços e instalações existentes afetas, bem como os que, por natureza, sejam entendidos como complementares e acessórios à atividade de náutica de recreio”.

A concessão prevê ainda “a obrigação de adaptação/construção de algumas infraestruturas terrestres, de aquisição de equipamentos de apoio e de manutenção de instalações/equipamentos que sustentem o desenvolvimento da unidade de negócio em causa, nomeadamente a requalificação e renovação de parte do seu equipamento flutuante”.

Luís Nobre espera que o investimento seja concretizado “o mais rápido possível”, concluindo uma “vontade identificada há muito tempo”.

Depressão Marta afeta Portugal continental no sábado com chuva, neve e vento

Portugal continental vai começar a sentir no sábado de manhã os efeitos da depressão Marta, que traz chuva, neve, vento e agitação marítima e uma nova subida dos caudais dos rios e ribeiras a sul do rio Tejo.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os efeitos da depressão vão começar a ser sentidos na região Sul, em especial no litoral, na manhã de sábado, “com precipitação persistente e por vezes forte e com rajadas de vento da ordem de 100 km/h e de 120 km/h nas serras”.

“Prevê-se que os maiores valores acumulados de precipitação ocorram a sul do rio Tejo, incluindo a região da grande Lisboa, sendo mais prováveis no Alentejo e nas serras algarvias, com acumulados da ordem de 60 mm (litros/m2) em 24 horas, o que contribuirá para uma nova subida dos caudais dos rios e ribeiras destas áreas”, pode ler-se no comunicado do IPMA.

A partir da tarde de sábado, com o deslocamento da depressão para leste, prevê-se uma intensificação do vento no litoral Centro, com rajadas que poderão atingir os 90 km/h, bem como ocorrência de precipitação por vezes forte.

A precipitação ocorrerá sob a forma de neve acima de 900 metros de altitude, subindo temporariamente a cota para 1200/1400 metros entre o início da manhã e o final da tarde, com acumulados superiores a 25 cm acima de 1400 metros na Serra da Estrela.

O instituto sublinhou ainda que a agitação marítima irá manter-se forte durante este período, prevendo-se ondas do quadrante oeste até sete metros de altura significativa na costa ocidental, em especial a sul do Cabo Carvoeiro, podendo atingir 13 metros de altura máxima, sendo ondas até cinco metros de sudoeste na costa sul do Algarve.

Toda a costa de Portugal continental está sob aviso laranja de agitação marítima pelo menos até sábado.

Já Évora, Setúbal, Santarém, Beja, Portalegre estão sob aviso amarelo de chuva até ao final de manhã de sábado.

Braga, Castelo Branco, Viana do Castelo, Vila Real e Guarda estarão sob aviso laranja por neve durante o fim de semana, enquanto Faro, Setúbal e Beja estarão sob aviso laranja por vento no sábado.

Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

Escavações em castro da Idade do Ferro vão prosseguir com vista a musealização

Um castro da Idade do Ferro, posteriormente romanizado, foi descoberto no concelho de Arcos de Valdevez na sequência da primeira escavação científica realizada no local. O município anunciou esta semana que estão previstas campanhas de escavação anuais, pelo menos até 2029, com o objetivo de recuperar e musealizar o sítio arqueológico.

A primeira intervenção, realizada no verão do ano passado, serviu para avaliar o potencial arqueológico do local, designado Castro de Eiras. Os resultados revelaram uma área de cerca de 10 hectares com vestígios bem conservados e extensos, incluindo habitações, arruamentos e estruturas defensivas datadas dos séculos II a.C. a I d.C.. O arqueólogo municipal, Nuno Soares, explicou que a importância excecional do castro se deve à descoberta prévia, em 2015, de uma rara “pedra formosa”, um monólito decorado com espirais e círculos que integraria um balneário ritual.

A prospeção geofísica permitiu detetar uma vasta área com múltiplos elementos arqueológicos, levando à integração da descoberta num projeto mais amplo de estudo da Romanização do Vale do Vez. As escavações confirmaram a ocupação na Idade do Ferro, com a identificação de uma casa redonda com vestíbulo e silos para armazenamento, e também a posterior romanização do local.

O município, em parceria com a empresa Era Arqueologia, realizou recentemente sessões de sensibilização dirigidas às populações das freguesias de Eiras, Mei e Aboim das Choças, para despertar a comunidade para a importância dos trabalhos e da preservação do património. A “pedra formosa”, com cerca de três toneladas e descoberta por acaso quando estava a ser reaproveitada para a construção de um muro, foi, entretanto, recuperada e pode agora ser visitada no espaço Valdevez, sendo considerada uma das “joias da coroa” do concelho.

Agitação marítima coloca quatro casas em risco em Esposende

O coordenador municipal da Proteção Civil de Esposende disse hoje que há quatro casas “em risco sério ou iminente” na costa do concelho, uma das quais na praia da Bonança (Fão) e as outras três nas Pedrinhas (Apúlia).

Em declarações à Lusa, Júlio Melo acrescentou que o risco é agravado pela forte agitação marítima prevista para os próximos dias.

Na praia da Bonança, está em causa uma casa de primeira habitação, em que vive um casal.

“Ainda não está em risco iminente, mas caminha nesse sentido, com uma agitação marítima mais forte”, referiu.

Um morador na casa disse à Lusa que, nos últimos dias, o mar avançou “de forma assustadora” para a duna.

“A casa abana toda de cada vez que as ondas batem nas dunas”, referiu João Carvalho, adiantando que na última noite o mar provocou uma derrocada de duna “que ultrapassa, em alguns pontos, os seis metros”.

“Neste momento, tenho a minha casa a menos de 10 metros da duna e de uma falésia com oito metros de altura”, referiu.

Segundo João Carvalho, a casa foi construída há mais de 50 anos e, na altura, tinha o mar a 300 metros de distância.

Entretanto, o mar foi avançando e, perante a ameaça, há cerca de oito foi instalado no local, pelo então proprietário, um enrocamento, uma estrutura de engenharia civil composta por grandes blocos de rocha compactados, utilizada, designadamente, para proteção costeira.

“Só que agora a proteção já não funciona. O mar passa por cima das rochas e está a comer as dunas e daqui a nada está a entrar-me pela casa adentro”, referiu João Carvalho.

O morador reclama, como medida paliativa, o reforço do enrocamento, mas o município de Esposende lembra que a jurisdição exclusiva da área é da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

A Lusa contactou a APA, mas ainda não obteve qualquer reação.

Nas Pedrinhas, estão em causa três casas de segunda habitação, que, segundo Júlio Melo, “correm risco iminente de colapso”.

“O próprio muro delimitador de uma delas acabou de ruir”, acrescentou.

O mesmo responsável adiantou que na Praia Suave Mar há um bar que “ainda não está em perigo, mas que poderá também caminhar para situação de risco iminente”, caso o mar continue a investir como nos últimos dias.

Em Esposende, há ainda a registar a destruição de passadiços na Praia Suave Mar e na Praia de Ofir.

“Até sábado, estamos com aviso laranja do IPMA, vamos ver como corre”, disse ainda Júlio Melo.

O presidente da Câmara, Carlos Silva, apelou às populações para que não corram riscos, garantindo que o município assegurará os realojamentos que forem necessários.

Disse ainda que colocará ao dispor da APA os seus técnicos e os seus meios para as intervenções que forem necessárias.

“Mas a jurisdição é da APA, não é nossa”, sublinhou.

Produtores mostram vinho verde em Paris

Trinta e sete produtores da Região Demarcada dos Vinhos Verdes vão marcar presença entre a próxima segunda-feira e dia 11, na Wine Paris, França, com “uma seleção de vinhos que expressa a diversidade do ‘terroir’, foi hoje divulgado.

“Na Wine Paris, a presença de 37 produtores de Vinhos Verdes é uma aposta no reforço da internacionalização e do alargamento das cadeias de distribuição”, afirmou a presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVTVV), Dora Simões.

Para a responsável, “uma região que exporta cerca de 45% das suas vendas, este é um momento de contacto efetivo em que é possível apresentar o vasto e rico portfólio da região”.

A Wine Paris “é uma das feiras mais relevantes do setor” que vai decorrer durante três dias na Paris Expo Porte de Versailles.

O evento “é o ponto de encontro do sector dos vinhos para o desenvolvimento de negócios e relações comerciais com impacto nas exportações, estando a Região dos Vinhos Verdes representada através de produtores com negócios de diferentes dimensões e portfólios diversificados”, refere a nota.

No último dia da feira, 11 de fevereiro, às 14:00, vai decorrer a Masterclass The Many Expressions of Vinhos Verde, “com sete referências numa prova conduzida por Tiago Macena que desvenda as características diferenciadoras da Região, a variedade de castas e de estilos, alargando a base de conhecimento junto de compradores e visitantes da Wine Paris”.

 

Câmara favorável à atribuição do estatuto de utilidade pública a associação

A Câmara de Viana do Castelo vai emitir parecer favorável à atribuição do estatuto de utilidade pública à Associação Casino Afifense, constituída em 15 de fevereiro de 1885 e com mais de 140 anos de história.

O estatuto foi requerido pela Associação Casino Afifense junto da autarquia que explica que “a sua atribuição compete ao Primeiro-Ministro, com faculdade de delegação”.

A Associação Casino Afifense é uma pessoa coletiva de direito privado, sob a forma associativa e sem fins lucrativos, que tem prestado relevantes serviços à comunidade no desenvolvimento de atividades de carácter cultural, educativo, social e recreativo.

A associação “vem mantendo e reforçando junto da sua comunidade e de todo o território envolvente uma firme, ininterrupta e determinada intervenção, contribuindo, de forma inequívoca, para a promoção de uma oferta cultural diversificada e descentralizada, em articulação com o município”. Ao longo dos seus 140 anos a associação foi publicamente distinguida, em 1960, pela Presidência da República, com o galardão de Cavaleiro da Ordem da Benemerência e, pela Federação Portuguesa de Coletividades de Cultura e Recreio, com a medalha de Homenagem e Reconhecimento.

 

 

Homem em estado grave após queda em pedreira

Um homem de 47 anos ficou ferido com gravidade após ter caído hoje de uma altura de 12 metros num acidente de trabalho numa pedreira situada na freguesia de Abedim, em Monção, revelou a proteção civil.

Segundo o Comando Sub-regional do Alto Minho, o trabalhador foi conduzido ao hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

O acidente de trabalho aconteceu às 07:54.

Ao local compareceram nove operacionais e quatro viaturas dos Bombeiros de Monção, INEM e GNR.

 

Bacias do rio Lima e Minho registam cheias controladas

A Câmara de Vila Nova de Cerveira cortou hoje o trânsito na Avenida dos Pescadores, entre a entrada para a piscina municipal e o cais do rio Minho, por risco de cheias do curso de água internacional, foi hoje anunciado.

Na publicação na sua página oficial no Facebook, autarquia apela “à compreensão e ao bom senso de todos”.

No distrito de Viana do Castelo, mais a norte, em Monção, segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários, José Passos, nos últimos dias o rio Minho já tinha galgado as margens.

José Passos disse que na manhã de hoje o rio “avançou cerca de três metros, inundando a área de estacionamento do parque das Caldas e, cerca das 14:30, a água chegava ao muro do bar que existe naquela zona”.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Monção admitiu que “a situação possa vir a agravar-se se a barragem de Frieira, na Galiza, aumentar o nível das descargas”.

“Às 12:29 fomos informados que a barragem estava a debitar 2.390 metros cúbicos por segundo”, especificou.

No vale do Lima, o rio Lima “está mais tranquilo”, disse o Comandante dos Bombeiros Voluntários, Carlos Lima, adiantando que o caudal mantém-se na zona do areal e que aí deverá permanecer, uma vez que está prevista a redução da chuva persistente.

Carlos Lima disse que a barragem de Touvedo não está a fazer descargas porque “ainda tem boa capacidade de encaixa. Está com 80% da sua capacidade total”, especificou.

Em Ponte da Barca, segundo o comandante Carlos Veloso, a situação também se mantém inalterada, com água na zona do Choupal e Campo da Feira.

O presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, Olegário Gonçalves referiu que o rio Vez corre mais cheio, mas sem galgar as margens.

Portugal continental está a ser afetado pela depressão Leonardo, prevendo-se até sábado chuva persistente e por vezes forte, queda de neve, vento e agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

 

 

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