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PJ detém suspeita de tentar matar marido com uma faca durante o sono

Uma mulher de 25 anos foi detida por ser suspeita de tentar matar o marido enquanto dormia com uma faca de cozinha, em frente ao filho menor, em Vila Praia de Âncora, Caminha, revelou hoje a Polícia Judiciária (PJ).

Numa altura em que o marido, com 42 anos, se encontrava a dormir no quarto, a suspeita, utilizando uma faca de cozinha, com lâmina de grandes dimensões, surpreendeu-o e desferiu-lhe vários golpes, nomeadamente na zona occipital, cervical, dorsal e no braço esquerdo, provocando-lhe ferimentos corto perfurantes e causando-lhe pneumotórax de grande volume, que fez perigar a sua vida”, descreve, em comunicado, a PJ. 

Das agressões, “praticadas em frente ao filho” do casal, com quatro anos, resultou ainda uma fratura no braço esquerdo do homem.

A PJ explica que os factos ocorreram na madrugada de quarta-feira, “num quadro de discussões frequentes”, no interior de um apartamento em Vila Praia de Âncora, concelho de Caminha.

Todos os envolvidos foram conduzidos ao Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, onde a vítima e o filho ficaram internados, de acordo com a PJ.

O homem ficou no hospital “devido aos ferimentos” e o filho aguarda “pela entrega a familiar, em articulação com a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens”.

A mulher teve alta hospitalar e foi detida “fora de flagrante delito”, pela suspeita “da prática de um crime de homicídio qualificado, com utilização de arma branca, na forma tentada”, numa operação levada a cabo pela PJ através do Departamento de Investigação Criminal de Braga.

Junta de Chafé nega desvio de meios públicos e fala em “campanha de perseguição”

A Junta de Freguesia de Chafé veio hoje a público contestar, em comunicado, as críticas que têm circulado nas redes sociais relativamente à utilização de equipamento público na limpeza de um terreno privado. A autarquia classifica as acusações como “difamatórias” e enquadra-as numa “postura de perseguição” que, defende, “em nada contribui para o bom funcionamento das instituições nem para a confiança da população”.

O terreno em causa será palco, no próximo dia 9 de julho, da tradicional sardinhada comemorativa do aniversário da criação da freguesia – evento que, segundo a junta, se realiza há 41 anos no mesmo local, cedido sem qualquer custo pela família de Sandrina Carvalho.

“A preparação e limpeza do espaço constituem uma contrapartida natural dessa cedência, tendo sido asseguradas, há largos anos, com recurso a meios próprios da Junta”, sublinha o executivo no documento divulgado hoje.

A autarquia justifica ainda a intervenção no terreno com razões de segurança pública: “Atendendo às elevadas temperaturas que se fazem sentir, é fundamental garantir condições de prevenção de incêndios e de higiene do espaço, uma vez que ali serão confecionados alimentos.”

No comunicado, a Junta de Freguesia de Chafé lamenta o que considera ser “uma tentativa de criar ruído, desinformação e desconfiança”, e reafirma o seu compromisso com “um trabalho sério, transparente e dedicado ao serviço da população, à preservação das tradições e ao fortalecimento da comunidade”.

O tom do documento torna-se mais incisivo no final, quando a autarquia se reserva “no direito de agir pelos meios legais à sua disposição perante estas afirmações que atentam contra o bom nome da instituição e dos seus representantes”.

A sardinhada do próximo dia 9, que marca 41 anos de história da freguesia, segue confirmada e é aguardada como um dos principais momentos de confraternização da comunidade local.

EDITORIAL | O festim dos 900 anos do Foral e a incúria de Vasco Ferraz

 AVELINO CASTRO – diretor

Jornal CARDEAL SARAIVA  26 JUN 2026

EDITORIAL

Enquanto o Município de Ponte de Lima se desdobrava em festejos para assinalar os 900 anos da atribuição do Foral a Ponte de Lima, a Casa da Baldrufa era abandonada até ao seu destino fatal: a demolição.

Durante um ano inteiro Ponte de Lima festejou os 900 anos da atribuição do Foral à vila, festejos que terminaram no passado dia 4 de março. Foi o culminar da celebração de nove séculos de memória com pompa, discursos inflamados e fogos de artifício. Um autêntico festim! Ao mesmo tempo que se celebrava a história, era traçado o destino fatal da Casa da Baldrufa. Volvidos apenas três meses de tão inflamada celebração, estamos perante um facto consumado de mais um atropelo ao património limiano com a demolição da Casa da Baldrufa.

Ponte de Lima está em alvoroço perante o atentado perpetrado contra uma casa com inegável valor histórico e arquitetónico. A população protesta nas redes sociais, mas sente-se impotente perante um executivo camarário que deitou a toalha ao chão – ou a deixou cair propositadamente.

A Quinta da Baldrufa foi esventrada há quarenta anos para receber a via que iria ligar a Feitosa à nova ponte de Nossa Senhora da Guia. No seu traçado, a estrada rasgou a quinta a meio e, nesse local, desenhou uma curva extensa num desvio geométrico, e completamente desnecessário, até ao cruzamento da Rua Agostinho José Taveira. Durante anos, este cruzamento da Baldrufa foi sinónimo de acidentes e ali pereceram pessoas em desastres rodoviários. Só mais tarde a segurança foi melhorada com a passagem desnivelada que hoje conhecemos.

Qualquer leigo percebia, na altura, que o traçado com aquela curva não era o ideal. Ao que parece – e sempre pareceu – já na altura havia “influencers” que conseguiram mudar o trajeto da via para que não fossem expropriados os seus terrenos. Aquela curva nunca deveria ter existido e, se não existisse, a Quinta da Baldrufa não teria sido esventrada. Falta de visão na altura? Ou visão curta até ao bolso de alguém? Provavelmente, as duas coisas.

O proprietário da época, António Porto-Além, não conseguiu travar o desígnio do asfalto. Restou-lhe a casa, que agora está a ser demolida.

Nessa altura, a forma de encarar a cultura, o património e a defesa dos valores ancestrais era ainda incipiente. Hoje, volvidos 40 anos e com uma maior sensibilização sobre estes temas, os atropelos continuam aos olhos de todos.

O historiador Miguel Ayres de Campos-Tovar mostrou-se preocupado com o futuro desta casa histórica e, na Assembleia Municipal de Ponte de Lima de 28 de fevereiro passado, questionou o presidente da Câmara de Ponte de Lima, Vasco Ferraz, sobre a intenção de considerar o imóvel como de interesse municipal.

Na resposta, Vasco Ferraz argumentou que o dono já tinha intervido no prédio e feito alterações, pelo que não avançou, nem iria avançar, com esse pedido. O autarca foi mais longe e acrescentou que ele próprio iria interferir para que a tutela também não o fizesse.

Como é do conhecimento público, Vasco Ferraz assume a presidência da Câmara Municipal e ainda bem porque senão poderíamos ter um problema para resolver. Caso Vasco Ferraz fosse bombeiro e chamado para prestar socorro e aí se deparasse com um edifício a arder, ele deixá-lo-ia arder até ao fim. E ainda mais: não deixaria ninguém intervir para se assegurar que o prédio arderia na sua totalidade.

Hoje a Casa da Baldrufa “está a arder” e “bombeiro” que deveria ter entrado ao serviço há muito virou as costas ao assunto.

No meio deste bulício Vasco Ferraz ainda se vangloria do facto do atual proprietário da Casa da Baldrufa ter oferecido o pórtico à Câmara. Pasmem-se, segundo o autarca, o pórtico da quinta irá parar a uma rotunda existente ou a construir. O presidente deveria perceber que tal oferta é um prémio envenenado. É como o caçador que oferece ao amigo a cabeça da caça embalsamada: não serve para nada a não ser para registar o mau gosto. No futuro, quando circularmos por essa tal rotunda, iremos recordar a incúria e o desleixo demonstrado pela autarquia presidida por Vasco Ferraz.

É também assaz simpático perceber que o proprietário da Casa da Baldrufa é também proprietário do prédio do Largo de Camões, parado há anos, o qual guarda vestígios da ponte medieval.

Vasco Ferraz está a cumprir o segundo mandato na presidência da Câmara Municipal de Ponte de Lima. Em anteriores mandatos já tinha assumido a vereação com o pelouro do urbanismo, pelo que, a acrescer à sua formação em engenharia civil, não pode dizer que este caso lhe caiu do céu sem que ele desse por isso. O que faltou, então, a Vasco Ferraz? Ou, o que acrescentou?

A Casa da Baldrufa hoje “arde” nas mãos de um “bombeiro” que demonstra desleixo, alheamento e desrespeito pelo património local. E, desta forma, chegamos a um facto consumado: parte da casa já está demolida e um posto de abastecimento de combustíveis irá surgir naquele espaço da quinta. O resto da casa irá abaixo em breve para dar lugar a novas construções.

O derradeiro proprietário a usufruir da casa, António Porto-Além, pessoa de grande sensibilidade, morreria hoje de desgosto se por cá andasse. Foi ali, sob a copa da árvore que amava e em comunhão com a natureza circundante, que encontrou paz nos anos finais. Foi o seu santuário. Todos aqueles que partilharam esses dias com ele, perceberam como essa devoção ao lugar era notória e comovente.

Em tempos, ali se fez poesia. Hoje, apaga-se a memória e o povo fica a aguardar mais um festim.

Clássicos Tui celebram segunda edição com rota das adegas e gastronomia

A cidade de Tui prepara-se para receber, no próximo domingo, dia 5 de julho, a segunda edição da Concentração Clássicos Tui, um evento que promete encantar os amantes do automobilismo antigo, da enologia e da boa mesa. A organização, a cargo do grupo Clásicos Tui, já tem tudo preparado para receber os participantes e celebrar a cultura automóvel clássica.

O itinerário da concentração arranca cedo. A receção dos veículos está marcada para as 09:00 horas no Passeio Corredoira, prolongando-se até às 10:00, onde será servido um café e bolo de boas-vindas a todos os condutores e acompanhantes. Pelas 11:00 horas, a comitiva ruma à Rota das Adegas Fillaboa, com uma visita guiada que inclui aperitivos e uma degustação dos vinhos da casa. A experiência gastronómica e automóvel prossegue depois em direção ao Restaurante Manolo, local onde os participantes irão usufruir de um almoço de confraternização.

A ementa promete ser um dos pontos altos do encontro. O menu, cuidadosamente selecionado, inclui uma variedade de enchidos ibéricos e queijos, empanada galega, lagostins cozidos e grelhados, vieiras no forno, bem como vitela e cordeiro leitão com guarnição, seguidos de sobremesa, café e digestivos – uma verdadeira viagem pelos sabores da região.

Recorde-se que as inscrições, no valor de 40 euros, estavam limitadas a veículos com mais de 30 anos e as vagas eram limitadas. O prazo para garantir lugar terminou no passado dia 28 de junho, tendo a organização confirmado que a procura superou as expectativas, com todas as vagas a serem preenchidas.

A iniciativa é organizada por Clásicos Tui com a qual pretendem reforçar a aposta na dinamização cultural e turística da cidade. Tudo aponta para um domingo inesquecível, onde o rugir dos motores antigos se alia ao requinte da gastronomia local.

Risco muito elevado de incêndio coloca Portugal em alerta a partir de amanhã

O país prepara-se para enfrentar um período crítico de perigo de incêndio rural. Entre amanhã, dia 3, e a próxima segunda-feira, dia 6 de julho, vigorará uma Situação de Alerta, com o risco classificado como muito elevado, o que motivou a imposição de um conjunto de restrições severas ao acesso e à atividade em espaços florestais e rurais.

De acordo com as determinações oficiais, baseadas nos Planos Municipais de Defesa da Floresta contra Incêndios, fica decretada a proibição de acesso, circulação e permanência em zonas florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem. A medida visa proteger vidas e bens num cenário meteorológico e ambiental particularmente desfavorável.

As proibições estendem-se a várias atividades. Estão interditas queimadas e queimas de sobrantes, com a suspensão imediata de todas as autorizações previamente emitidas para o efeito. Também os trabalhos com maquinaria nos espaços florestais e em áreas rurais ficam impedidos, assim como o uso específico de motorroçadoras de lâmina metálica, corta-matoses e destroçadores nessas zonas.

O alerta abrange ainda a utilização de fogo-de-artifício e outros artefactos pirotécnicos, incluindo balões com mecha acesa, estando igualmente suspensas todas as autorizações que haviam sido concedidas anteriormente para estes fins.

As autoridades apelam à colaboração de todos os cidadãos, reforçando a mensagem de que a segurança coletiva depende do contributo individual. A campanha divulgada lembra que cada um deve proteger a sua vida, a floresta e o património de todos.

Em caso de emergência ou avistamento de fogo, o número a contactar é o 112. A população deve ainda seguir rigorosamente as indicações das autoridades e manter-se informada através dos canais oficiais. O período de alerta máximo vigorará até ao final do dia 6 de julho, podendo ser reavaliado consoante a evolução das condições climáticas.

Idoso de 84 anos perde a vida enquanto almoçava numa esplanada

Um homem de 84 anos faleceu na tarde desta quarta-feira, 1 de julho de 2026, quando almoçava numa esplanada situada no centro histórico de Ponte de Lima. A vítima, que residia no concelho do Porto, encontrava-se acompanhada à mesa no momento em que o episódio ocorreu.

De acordo com as informações disponibilizadas, a causa mais provável da morte terá sido uma obstrução das vias respiratórias enquanto o idoso fazia a refeição.

Ao local acorreram os Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima, bem como uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e uma Ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV). O comandante da corporação limiana, Carlos Lima, confirmou que as equipas de emergência ainda aplicaram manobras de reanimação, mas o desfecho não pôde ser alterado. O óbito acabou por ser verificado no próprio local.

As autoridades efetuaram o registo da ocorrência e desencadearam os procedimentos habituais neste tipo de situações.

Casa da Baldrufa foi hoje demolida

A histórica Casa da Baldrufa, um dos exemplares da arquitetura senhorial setecentista à entrada da vila de Ponte de Lima, foi hoje demolida.

O imóvel, que se encontrava votado ao abandono há vários anos, foi alvo de um processo de classificação aberto em 1994. No entanto, o procedimento foi arquivado em setembro de 2012, com a respetiva publicação oficial em Diário da República. Na altura, a decisão recomendou que a classificação como de interesse municipal fosse avaliada pela autarquia, recomendação que nunca foi concretizada.

Posteriormente, a propriedade foi adquirida por um novo dono com interesses imobiliários. O estado de degradação avançado abriu caminho para a demolição, que se consumou ontem, gerando indignação na comunidade. Em publicações nas redes sociais, o ato é descrito como um “atentado ao Património Construído” e uma perda “da memória coletiva”.

A demolição da Casa da Baldrufa representa, assim, o fim de um processo de degradação e de oportunidades perdidas para a preservação de um bem com valor histórico e identitário para Ponte de Lima.

LER também https://cardealsaraiva.com/o-festim-dos-900-anos-do-foral-e-a-incuria-de-vasco-ferraz/

Termina hoje o prazo para a limpeza de terrenos

O prazo para limpeza de terrenos, no âmbito da prevenção de incêndios rurais, termina hoje, mas as associações de proprietários pedem “tolerância” às autoridades antes da aplicação de contraordenações.

O prazo para os trabalhos de gestão de combustível na rede secundária, no âmbito das medidas de prevenção de incêndios rurais, foi prolongado pelo Governo até 30 de junho, para todo o território nacional, após numa primeira fase apenas vigorar nos concelhos abrangidos por declaração de calamidade, devido às tempestades de janeiro e fevereiro.

Contudo, segundo o presidente da Federação Nacional de Associações de Proprietários Florestais (FNAPF), Luís Damas, “há muitos trabalhos que ainda vão decorrer”.

Por isso, acrescentou, o que se pede, nomeadamente à GNR, é que seja dado tempo às pessoas que já disseram que iam fazer a limpeza. 

As pessoas que já disseram que iam fazer que não sejam logo multadas no dia 01 [de julho], mas que lhes dê ainda tempo de resolver o problema”, afirmou Luís Damas, em declarações à Lusa, defendendo “tolerância e pedagogia”, pois as associações, equipas de sapadores e empreiteiros “têm muito trabalho ainda em carteira”.

De acordo com fonte da GNR, até segunda-feira, registaram-se “122 detidos e 781 suspeitos identificados, num total de 2.869 crimes de incêndio florestal”.

A mesma fonte indicou ainda que, até domingo, a GNR registou 4.091 ocorrências de incêndio florestal, quando até 30 de maio se tinham registado 2.921, número que comparava com 795 ocorrências no período homólogo até ao final de maio de 2025.

Na comparação com o ano passado, os 122 detidos ultrapassam em quase uma centena as 23 detenções em 2025 e os 781 suspeitos identificados tinham-se ficado por 384, no âmbito de 1.594 crimes de incêndio florestal.

Na gestão de combustível, para prevenção de fogos rurais, a GNR “realizou 8.548 sinalizações de terrenos para serem limpos”, enquanto no mesmo período do ano passado “foram realizadas 10.417 sinalizações”, números até 26 de junho, mas que se reportam ao final de abril.

No entanto, a GNR teve “um reforço” da atividade no âmbito da tempestade Kristin, nos distritos de Leiria, Castelo Branco, Coimbra e Santarém, tendo registado até 30 de maio “cerca de 3.300 sinalizações” de carga combustível, o que eleva para pelo menos 11.848 terrenos por limpar.

De acordo com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), com base no Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais (SGIF), dados provisórios recolhidos até segunda-feira indicam que em 4.113 ocorrências arderam 14.145 hectares em espaços rurais, dos quais 28% de povoamentos florestais, 65% de matos e 8% de área agrícola.

A gestão de combustível prevê a limpeza até 10 metros em redor de edifícios, em espaços florestais e agrícolas, para a rede secundária, mas que pode ir até 50 metros no caso de equipamentos e infraestruturas específicas.

A GNR, após detetar o incumprimento das obrigações de gestão de combustível, dá conhecimento ao respetivo município, que notifica o proprietário e pode substituir-se nos trabalhos, imputando os custos ao dono do terreno, enquanto a força de segurança levanta o auto de contraordenação.

As coimas por falta de limpeza podem ir desde 150 a 1.500 euros, para pessoas singulares, podendo atingir 10 mil em casos específicos e até 25 mil para pessoas coletivas.

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